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Detalhes do produto:
Quatro fatores principais influenciam a força que um ímã permanente produz: material, geometria, forma de fabricação e polarização. Além disso o ímã pode ter seu magnetismo seriamente danificado por calor, impacto e em alguns casos até umidade (ligas com ferro). Abaixo segue uma tabela com as características ¹ gerais dos quatro materiais existentes para a confecção de ímãs permanentes: Material Br Hc BHmax Tcoef de Br Tmax Tcurie NdFeBo 12,800 12,300 40 -0.12 80~150 310 SmCo 10,500 9,200 26 -0.04 300 750 AlNiCo 12,500 640 5.5 -0.02 540 860 Cerâmico / Ferrite 3,900 3,200 3.5 -0.20 300 460 Br é a intensidade do campo magnético em Gauss; Hc é a coercividade do campo magnético em Oersted, ou seja o ponto quando o ímã perde o seu magnetismo devido a um campo externo; BHmax é a densidade energética máxima em MGOe, quanto mais alta, mais forte será o imã; Tcoef de Br ilustra a perda de força proporcional ao aumento de temperatura por °C; Tmax é temperatura máxima que o ímã suporta antes de começar a perder magnetismo, em um efeito não permanente e Tcurie é a temperatura onde o material perde completamente o seu magnetismo, de maneira não reversível - ambas em °C. Pela tabela acima dá para perceber que os ímãs de neodímio são os com maior intensidade magnética, contudo não são a melhor escolha para altas temperaturas, nesse ponto os melhores são o Samaro-Cobalto (SmCo) e Alumínio-Níquel-Cobalto (AlNiCo). Vele a pena checar essa comparação entre NdFeBo e SmCo. Ainda nos imãs de Neodímio, a denominação deles é dada por é um número e um par de letras, o primeiro par diz a densidade energética em MGOe e o segundo se refere as propriedades térmicas.